quarta-feira, janeiro 09, 2008

folha morta





No súbito cair da folha
Na queda leve e frágil do cair
Amargo é o ondular descendente
Voo triste de um partir

Seca, gasta, já sem uso
Esquecida, abandonada
Jaz no sonho, jaz no chão
No negro frio da estrada

Pequena como o destino
Tão breve como o Outono
No universo perdida

Lá parte no vento sem tino
Embalada vai num sono
Eternamente esquecida

jorge@ntunes

4 comentários:

Geminiana disse...

Sublime!Meu querido, pode parecer um pouco de exagero,mas você é sem sombra de dúvida ,um grande Poeta.
Não digo isso só para te agradar e pq gosto de ti e sim pq é uma pura realidade.Às vezes visito outros blogs e nada se compara a este teu cantinho.É beleza pura.Divino!Mas continue,assim, com esta humildade.
Estou orgulhosa de ti.Vou começar cobrar um livro de poesias...rsrs.

ADORO-TE

Mil beijinhos sonhados e de Paz:)

Ps: demorei p/ fazer o comentário pq meu PC simplesmente morreu na hora H (rsrs)

alexis disse...

embora nao pareça por vezes sinto que sou essa folha,eternamente esquecida,com alguma vida mas solitaria,es lindo.

Paula Antunes disse...

Às vezes sentimo-nos assim como as folhas...

Bjs

"Divinal como sempre"

Geminiana disse...

Querido,estou aqui,murmurando ao vento tua falta...
Sussurrando para as estrelas o vazio...
Pedindo ao sol e a lua...
Volta...fica...
Saudades...

E você demorando...
E eu...
Ah! Eu...
Esperando...esperando!

Sempre,sempre...

I Love You

Doces beijinhos:)

Fica na Paz!

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