sexta-feira, outubro 15, 2010



Sinto-me infinito
Tão imenso calafrio
Quão imenso é o grito
No vazio

Sinto-me tanto e todo
Tanto, que em mim me perco
E sempre que grito, e sonho
De tanto ser, sou um eco

Uma dissonância do tempo
Uma fragrância de vento
Uma brisa a que me apego
Em que me tento
Sempre que invento
Meu ego

POETIK


Entrámos no último dia para a recepção de trabalhos!!! Ainda está a tempo de participar!!!

I PRÉMIO DE POESIA jorge du val 2010
DIVULGUE e PARTICIPE!!!

Mais informações
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5 comentários:

*lua* disse...

Sentir o "ego" em tamanha densidade é sempre um elixir, diante dos abismos que o connhecimento de nós mesmos nos remetem. Beijo Poetik e ótimo FDS!

Encantadora de Abelhas disse...

Como pode ser tão lindo esses teus ais, a cada dia mais e mais?!
Adoro, tudo que escreve!
Linda sexta pra ti!
BjO

Valéria Sorohan disse...

Reinventar-se é sempre bom.

BeijooO*

***MissUniversoPróprio*** disse...

Tão bom é sentir-se, e, nesse intenso sentimento, perder-se e então encontrar-se em meio à poeira e aos papéis amassados que revestiam nossa alma.

Obrigada pela visita. ;)

=***

Ana disse...

Gostei do poema...belo escrito...

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