quinta-feira, abril 20, 2006

"reticências"



Que “coisa” é, a morte?
Existência disforme?
A vida elevada a máxima potência?
Abstinência?
Pecado?
Tabu?
Elemento inerte?
Vazio?
Nu?

Porque todo o começo
Tem de ter um termo...
A morte... por fim?

O medo?
Sem sentido ou sentidos...
Sem alma, sem requisitos?

Sem alegria, sem dor
Sem ódio, sem amor?

Será a morte “isto”?
Ou a vida em que aparentemente vivo
É afinal a morte em que “existo”?

jorge@ntunes

3 comentários:

Filipa disse...

A morte passa pela vida
Deixa para trás os desencantos
A memória da vida é mantida
Na eternidade do amor ...

A morte passa pela vida ...

Ficam as duvidas em prantos ,
A dor abre o nosso alento vital
Numa graça derradeira
Penetrado num tal cosmos de encantos
Que um só homem nao entende ....

Filipa


Gostei dos poemas k tens escrito este mes , parecem espontaneos e sinceros ...
Estes ultimos 3 estão mesmo mto bonitos ...

Bjs

Paula Antunes disse...

Mano porque é que disses:

"É afinal a morte em que existo",

se tens tanto para dar e tens pessoas à tua volta que te adoram.

A vida às vezes não é aquilo que desejamos que ela seja, mas assim é que nós vamos crescendo.

Vive a vida até ao maximo...depois logo se vê...

Beijinhos grandes

Ana P. disse...

Recuso-me a acreditar no "fim"...

Beijo

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