quinta-feira, outubro 21, 2010



Que estorvo esta solidão
Que entorpece a própria alma
E deixa sempre em meus versos
O inicio de uma lágrima

Que desventurada emoção
Que cliché mais desprezível
Este, de não saber do quê
O nostálgico acto sofrível

Será do tempo, será de mim?
Que estorvo! ... Enfim!

Quero alhear-me e não posso
Não consigo consenti-lo
E essa paz que às vezes sonho
Só me glorifica o delírio

Queria escrever por escrever
Sem poisar este sofrer
Em cada palavra que dito
Queria poder adormecer
Num poema sem saber
Deste silêncio, meu grito…

POETIK

leia tambem: poema para Ofélia

3 comentários:

Ludmila Roumillac disse...

Se há o direito ao grito, então eu grito!

SrtA. L. disse...

Entendes o motivo de teres recebido o selo que te

dei?

Pois a cada poema, um delírio incrível, inspiração

divina que tens, transforma dor em versos e versos

em obras magníficas...

Lindo!

Beijo,

;P

www.letrasproibidas.blogger.com.br disse...

Queria ter escrito isso...Essa é uma inveja boa....espero que entendas...

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