sábado, setembro 25, 2010





Um Ocaso fátuo
Um delírio de facto
Um sonho só
Uma estrela pujante
Um diamante
Tudo pó…

Tudo pó desse universo
Que é meu verso
Que é meu desvario

Deitado sobre o concreto
Eu também objecto
Que segue o rio

Esse rio que é vida
Só mais um dia
Um dia só
Um Ocaso mais
Tudo pó…

POETIK

4 comentários:

momo disse...

bom dia ...hoy le dado tu link a un amigo que ama la poesia y yo sé que va a disfrutar leyéndote.
Un beso

Lou Albergaria disse...

Pó soprado ao vento
alimenta a Semente
que é meu sustento.
O amor no ventre
não me deixa só...

Como seus versos me suspiram, é impressionante!

Sinto que meus versos correm para os seus como também para as telas do Vino Morais. Não sei porque isso ocorre... Muito estranho e sublime ao mesmo tempo. A Arte de vocês dois toca fundo a minha alma.

Há mais presente para você no blog da LOBA.

Tenha um lindo final de semana!!!

BEIJÃO!!!!

Insana disse...

Lindo e delirante.

bjs
Insana

Marcio Nicolau disse...

PÓetico.

Lindo mesmo.

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