segunda-feira, julho 20, 2009

fora de tempo




Quanto tempo mais
Sem mais que o tempo!

Tudo é tão pouco preenchido
E tudo é tão imenso!


Para quando a vida!
Para quando o sentimento
Que se esconde!

Para quando
O desejo a monte!

Para quando o importante
O improvável!
Porquê o degradante
O descartável!

Quanto tempo mais
Sem mais que o tempo?

Para quando
O renascimento?

Assusta-me a teoria da morte eterna!
Assusta-me de morte a vida que se renega!

Hoje olhei para o céu
E era uma noite de estrelas cintilantes!
E a lua misturava-se com o mar
Na sintonia perfeita dos amantes!

jorge@ntunes

1 comentário:

Äмbзr Gïrℓ ⅞ disse...

boa reflexao, boa duvida acerca do tempo que temos (ou não).

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