domingo, outubro 30, 2011

poema de vento


Tentei ser o vento
E a ventura de o ser
Tentei passar sem passar
Tentei passar sem morrer

Morrer como brisa
Ou coisa vã
Sem a eutrofia da noite
Ou a delicadeza da manhã

Quis ser o vento
Numa sinfonia do abstracto
O colidir dos sentidos
Num poema franco e raro

Quis ser, o que sentindo
Apenas fosse sentido
Livre como a alma
De todo o Ser perdido

Quis ser apenas um sonho
Um sonho gravado no tempo
Mas não fui sonho nem coisa
Que fosse sombra de vento

POETIK

4 comentários:

Geminiana disse...

Este poema é um verdadeiro sonho.
Muito lindo!Adorei!

Beijinhos pra vc com carinho:)

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Geminiana disse...

OS MEU SINCEROS VOTOS DE UM FELIZ NATAL E UM FELIZ 2012!

SAÚDE,PAZ E AMOR

BEIJINHOS PRA TI C/CARINHO:)

Curiosa disse...

quanto tempo eu não vinha aqui ... tudo continua ótimo aqui ... abraço pra vc, querido ...

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