domingo, janeiro 23, 2011




Sempre que chove, não chove
Dentro de mim que sou chuva
Ou essa nuvem que envolve
O mar, minha sepultura

É negro o fado da vida
É negra a vida que falo
Que canto na despedida
Que canto apenas num fado

Que apenas ele me contempla
Que apenas ele me escusa
Se sou da gaivota a pena
Que solta se perde na chuva

E dentro de mim quando cai
A nostalgia da hora
Puxa-me o vento, se vai
Na pena de outra memória

Sempre que chove, não chove
Dentro de mim que sou chuva
Sou essa nuvem que sobe
Ao céu de outra loucura

É negro o fado da vida
É negra a vida que falo
Que canto à revelia
Quando canto, quando calo…

Que apenas ele me contempla
Que apenas ele me recusa
O voo com que me acena
Esse adeus que vem na chuva

POETIK

4 comentários:

Sonhadora disse...

Um poema muito belo na sua nostalgia, mas é apenas vida.

Beijinho
Sonhadora

Geminiana disse...

Um belíssimo poema.AMEI DE PAIXÃO!

Beijinhos no teu coração:)

Insana disse...

Muito triste.

bjs
Insana

Jose Ramon Santana Vazquez disse...

...traigo
sangre
de
la
tarde
herida
en
la
mano
y
una
vela
de
mi
corazón
para
invitarte
y
darte
este
alma
que
viene
para
compartir
contigo
tu
bello
blog
con
un
ramillete
de
oro
y
claveles
dentro...


desde mis
HORAS ROTAS
Y AULA DE PAZ


COMPARTIENDO ILUSION
POETIK

CON saludos de la luna al
reflejarse en el mar de la
poesía...




ESPERO SEAN DE VUESTRO AGRADO EL POST POETIZADO DE MONOCULO NOMBRE DE LA ROSA, ALBATROS GLADIATOR, ACEBO CUMBRES BORRASCOSAS, ENEMIGO A LAS PUERTAS, CACHORRO, FANTASMA DE LA OPERA, BLADE RUUNER ,CHOCOLATE Y CREPUSCULO 1 Y2.

José
Ramón...

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