quarta-feira, outubro 27, 2010



Pergunto mas ninguém sabe
A que sabe esta saudade
Este sentir abstracto
Este sonho que não dorme
Esta sede, esta fome
Que nunca nos passa ao lado

E porque é sempre no sofrer
Que a pena vai percorrer
A rima mais bela e serena
Que de lágrimas se revolta
Nessa tormenta sem volta
Que desponta em poema

Pergunto e ninguém sabe
Em que destino nos cabe
Não caber a ilusão
Há quem diga que é o Fado
Ou um sentir abstracto
Que só sabe o coração

POETIK

leia também " porque respiro..."

4 comentários:

Ana disse...

creio que sabe tb a razão...

SrtA. L. disse...

Belíssimo...não canso em repetir...rs

Agora já criei meu banner, se tu quiseres podes add...

Beijo doce,

;)

Carla Diacov disse...

Adorei aqui!
Tudo...
E também adoraria ver tua honrada visita pelas minhas chafurdadas coisas;
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Ludmila Roumillac disse...

O coração sempre sabe... ;)

Beijos,
Lu.

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